Helena



Vasto toar de lágrimas;
Sobrepujam as margens 
Das sazões de um homem, em sua homenagem.
Antes detentor de êxitos que convergem.
Agora, redentor de linhagem
Que rente ao coro estremecem. 

Pouco que resta, pouco que sobra
Perante minha guarda
Teu nome soldo em rocha.
Aonde se alastra tuas cinzas
Queima memórias também minhas.
Mas ao levante que corre perante 
A não constante então obstante
Contingência aporia do valor da vida?
Ansiava apenas, por uma despedida. 

Sobre fagulhas de cólera 
Ainda em ardor.
Lúcido de sua perda
Embriagado de dor.
Inábil de versar
Azos com prócer,
Pelejas internas pulsão e explodem.
Perdido no acaso 
Vasto ao nefasto.
Ecos de Camargo 
Estardalham contra Estácio.
Do Levante da lobriga
Mira o contorno
Que pressaga;
Papai voltaria para casa.
Mas não em entidade, 
pois mesmo com sua deixa, 
nos deixara outra parte de sua essência,
seu nome era Helena.

Marasmo




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